- Daniel Oliveira: “Com a inteligência artificial, vamos ver um novo filme do Chaplin ou o Marlon Brando novamente em cena antes de 2035”
- Joaquim Monchique: “As televisões metem uns barrascos numas casas para se comerem. Não sei como é que as pessoas gostam de ver isso”
- “Há pessoas que partem de Coimbra e, como é muito perto, fazem a peregrinação até Fátima sem dormir. Porque é que sentem que têm de sofrer?”
- “Somos o festival que dá mais palco a mulheres no país, a maior parte não é dona do seu próprio restaurante”
- “Conheci o David Attenborough e a sua equipa enorme na Islândia. Tive vergonha de estar a fazer um documentário sozinho, hoje tenho orgulho”
- “Em Portugal, quase nunca temos tempo para ensaiar, vem o chato do produtor dizer que não há dinheiro”
- “As audiências preocupam-me. Não é pressão, o Daniel Oliveira não me telefona no dia a seguir, mas são a primeira coisa que vejo de manhã”
- Fernando Rocha: “Com o que dizia na altura, se o Levanta-te e Ri fosse hoje nunca ia aparecer. Nem era preso, era condenado à morte”
- “Hoje pessoas que nunca leram um livro sobre um assunto acham a sua opinião equivalente à de um cientista que andou a vida a estudá-lo”
- “Há zonas onde os lisboetas não vão comer provavelmente por preconceito. Vou ao Martim Moniz há mais de 10 anos e nunca tive problemas”
- Joana Anes: “Recebi muito mais bullying do que o que hoje se fala e acho que me deu alguma força e foco para provar que conseguia fazer”
- Pedro Coelho: “As histórias que investigo levariam a demissões ou a que vissem as figuras de outra forma, mas hoje não sinto nada disso”