- “O sexo está na cabeça, não se muda, adapta-se é o sexo do corpo ao do cérebro. O sexo do cérebro é que indica se é feminino ou masculino”
- Ricardo Fernandes: “”Eu chamo-lhe liberdade medicamente assistida e não morte medicamente assistida. É diferente e é assim que eu vejo”
- “Na guerra na Ucrânia percebi que estávamos a ser usados para uma guerra bélica comercial. Tanto que ainda dura e já devia ter terminado”
- “Tenho uma dívida de gratidão às mulheres, elas salvam-me. Já teria morrido, com certeza. Uma paisagem sem mulheres é assustadora”
- “Só me apercebi de que estava no início de uma depressão quando alguém me disse que já não ria. Fiz todo um caminho, precisava de ajuda”
- “Experimentei droga para perceber por que razão a minha mãe tinha vendido tudo em casa e eu estava a comer esparguete com esparguete”
- “Todos acham que a palavra ‘dependência’ é pejorativa. A minha dependência nunca foi fraqueza, gosto de precisar dos outros, humaniza-me”
- Jorge Braz: “Fui muito o parolo da aldeia, vestia-me mal, mas ia bater às portas dos clubes. Quis tentar, fui sempre assim sem hesitar nada”
- “O Papa Francisco tem muitas anedotas, que conta até contra si próprio e os jesuítas. É a beleza do humor, se ris de ti é porque te aceitas”
- “Não olho bem para as peças de Gaza porque me faz muita confusão. Sentimos as coisas, mas o nosso papel como jornalistas não é demonstrá-lo”
- António Zambujo: “Só nas campanhas eleitorais é que a política acha a cultura muito importante. Tenho pena, mas o que é que posso fazer?”
- Sheik David Munir: “O maior desafio que a comunidade islâmica tem para com os imigrantes é que se integrem e que aprendam a língua”