Ana Sesudo cita um estudo internacional que conclui que o desemprego é duas a três vezes superior para quem é deficiente do que para as outros.
"A sociedade tem de escolher entre aceitar as capacidades da pessoa deficiente ou deixá-la dependente de pensões miseráveis". E deixa o alerta: "é preciso abrir mentalidades, temos de olhar os deficientes de igual para igual".
