Há mais de um ano e meio que um petroleiro ao serviço da petrolífera estatal da Venezuela está parado, no rio Tejo, como noticiou o Diário de Notícias em Novembro. A tripulação mantém-se a bordo por razões de segurança.
Existem pelo menos dois processos de arresto para este navio, no tribunal marítimo de Lisboa sem sinais de avanço. Mas não é caso único.
A SIC descobriu mais dois petroleiros que estão parados desde o início de 2017, na Lisnave, em Setúbal.