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Houve ou não influência da Opus Dei e da Maçonaria no BCP de Jardim Gonçalves?

Descomplicador

Houve ou não influência da Opus Dei e da Maçonaria no BCP de Jardim Gonçalves?

Neste terceiro e último descomplicador, Pedro Coelho regressa a 2005 quando Jorge Jardim Gonçalves decide abandonar a presidência executiva do BCP e escolhe para sucessor, Paulo Teixeira Pinto, também ele supranumerário do Opus Dei. Em 2007, incompatibiliza-se com Jardim Gonçalves e Filipe Pinhal, sobe ao poder. Mudanças que acontecem numa altura em que Paulo Teixeira Pinto abandonara o Opus Dei. Em 2008, o BCP entra numa nova fase. Jardim Gonçalves, e todos os seus correligionários, saem, em definitivo, do banco. Terá tido este desfecho a mão invisível da maçonaria?