Saúde e Bem-estar

Sete unidades locais de saúde vão deixar de realizar cirurgias ao cancro da mama

O objetivo é garantir que as intervenções passem a ser feitas num conjunto mais restrito de hospitais que concentrem um "volume mínimo de atividade que confira experiência, qualidade e segurança às intervenções".
"Não é por acaso que 25% a 30% dos ensaios clínicos que estão a decorrer pelo mundo fora são na área da oncologia"
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A partir de 1 de abril, sete unidades locais de saúde vão deixar de fazer cirurgias ao cancro da mama.

A informação foi avançada esta quinta-feira pelo jornal Público, que cita a deliberação da Direção Executiva do SNS que altera a rede de referenciação da neoplasia da mama.

Segundo a deliberação, o tratamento passa a ser restrito a unidades que realizem pelo menos 100 cirurgias por ano e tenham, no mínimo, dois cirurgiões.

O objetivo é garantir que as intervenções passem a ser feitas num conjunto mais restrito de hospitais que concentrem um "volume mínimo de atividade que confira experiência, qualidade e segurança às intervenções".

As unidades que deixam de fazer cirurgias ao cancro da mama serão as do Oeste, Cova da Beira, Guarda, Castelo Branco, Baixo Mondego, Barcelos-Esposende e do Nordeste.

Contudo, ainda que as cirurgias fiquem suspensas, continuam a realizar-se nestas unidades locais consultas oncológicas.