Há cerca de 53 anos que a vida de Zurita Alberto mudou para sempre. Aos 14, teve um acidente que obrigou à amputação da perna direita e, desde aí, perdeu a conta ao número de próteses às quais teve de se adaptar.
Zurita é desde sempre acompanhada no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, que, apesar de pertencer à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, recebe doentes de toda a zona de Lisboa e Vale do Tejo, através de referenciações pelo Sistema Nacional de Saúde.
Quem tem a oportunidade de ser acompanhado por lá tem acesso a um serviço único no país, que envolve médicos fisiatras, ortoprotésicos, fisioterapeutas e assistentes sociais.
Um serviço personalizado que dá a oportunidade de constantes alterações e adaptações da prótese, conforme exige o corpo humano, e que faz toda a diferença para os utentes.
Dos milhares de amputados anualmente em Portugal, para já só têm acesso a este serviço os cerca de 300 utentes que passam por ano no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, o que faz com que esta unidade produza anualmente quase 400 próteses.
Prótese de pé inovadora imita a marcha humana (e não só)
