Desenvolvido por uma empresa norte-americana de biotecnologia, o teste Galleri identifica o ADN libertado pelas células cancerígenas na corrente sanguínea e permite detetar 50 tipos diferentes de cancro.
O estudo acompanhou mais de 23 mil pessoas sem sintomas nos Estados Unidos e no Canadá durante cerca de um ano. Entre os participantes com sinais da doença, 60% acabaram por ter o diagnóstico confirmado.
O estudo ao sangue permite também identificar o órgão ou o tecido afetado, facilitando um diagnóstico mais precoce, que dará mais oportunidades de tratamento e cura.
Os investigadores analisaram ainda a relação entre o teste Galleri e os programas de rastreio regulares para diferentes tipos de cancro, que podem ser peça fundamental também na deteção de cancros sem qualquer tipo de rastreio.
A técnica Galleria mostrou ser muito precisa - quase 100 % - a descartar casos em que a doença não está presente.
O Galleri está a ser testado no Serviço Nacional de Saúde britânico.
