Cultura

Rapper Sean "Diddy" Combs retira pedido para ser libertado sob fiança

Na última semana, o músico norte-americano foi acusado de mais três violações e foram-lhe abertos dois novos processos.

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Desde que foi detido, em setembro, "Diddy" conhece todas as semanas uma nova acusação. Tem negado todos os crimes através da equipa legal, mas o Ministério Público e os advogados das vítimas garantem ter provas. 

As mais recentes acusações são da violação de três homens. As alegadas vítimas garantem que o artista terá colocado droga nas bebidas e abusado delas enquanto estavam inconscientes. 

Um dos homens era funcionário de "Diddy" e diz que foi violado num hotel em Nova Iorque, depois de se ter encontrado com o músico para receber um pagamento. Após tomar uma bebida, diz que começou a sentir-se muito cansado e com sono. Acabou por ficar inconsciente e quando recuperou os sentidos deu conta do que tinha acontecido. 

Tony Buzbee, advogado das vítimas, abriu uma linha telefónica gratuita para que todas as pessoas abusadas pelo músico tenham a oportunidade de expor os casos. Desde outubro, a linha já recebeu mais de 3 mil chamadas. O número de processos judiciais contra o produtor musical tem disparado. De acordo com o advogado das vítimas são já cerca de 300.

Nas últimas horas, uma mulher que diz ter sido violada por "Diddy" e Jay-Z, durante uma festa em 2000, quando tinha 13 anos, admitiu ter dado informações que não correspondem à verdade, mas manteve a acusação. 

“Diddy” está acusado de subornar e intimidar homens, mulheres e crianças para praticarem atos sexuais contra a vontade, mas também de extorsão e conspiração para realizar tráfico sexual e explorar redes de prostituição.