Vasco Brazão, o antigo porta-voz da Polícia Judiciária Militar, decidiu não prestar declarações na instrução do caso de Tancos. O interrogatório estava marcado para a próxima segunda-feira mas o major avisou esta quinta-feira o tribunal da mudança de estratégia.
Apontado como sendo um dos mentores da encenação à recuperação das armas de Tancos, Vasco Brazão admitiu arrependimento durante a fase de inquérito, mas garantiu ter apenas cumprido ordens superiores.
O antigo porta-voz da PJ Militar envolveu também o ex-ministro, ao assegurar que Azeredo Lopes foi avisado do plano.
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