Para Maria João Avillez, uma das coisas mais interessantes que podem acontecer nesta noite eleitoral é "ver se o Chega não chega à enorme expectativa que André Ventura lançou para o terreno", dizendo ao longo da campanha o número de câmaras que queria alcançar.
“Uma vez que o Chega não está de maneira nenhuma ‘taco a taco’ com o PS e a AD, o interessante aqui é ver se mantém o paradigma dos dois grandes partidos fundadores do regime - o PS e o PSD coligados ou não, - neste caso a AD e o PS - serem eles ainda os fornecedores das autarquias e de poder autárquico ou se o Chega vai conseguir replicar autarquicamente a vitória que teve nas legislativas”.
“Não me parece, que isso vá acontecer”, frisa a comentadora da SIC
Mas, diz Maria João Avillez, “é muito interessante ver se o mapa autárquico amanhã fica parecido com o mapa parlamentar”, ou seja, os três grande partidos - PSD, Chega e PS ou, se, por outro lado, “temos o PS e a AD mais fortes e mais evidentes autarquicamente”.
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