Coronavírus

China quer oferecer assistência internacional contra a epidemia

Aly Song

Nos últimos dias foram levantadas algumas restrições de circulação à população.

Especial Coronavírus

O Presidente chinês disse hoje às Nações Unidas que o seu país quer fazer investigações conjuntas para o desenvolvimento de medicamentos e vacinas e oferecer o "máximo de assistência possível" aos países mais afetados pela epidemia.

A imprensa estatal informou que Xi Jinping disse ao secretário-geral da ONU, António Guterres, que a vida social e atividade económica estão gradualmente a retomar ao normal na China, graças aos "esforços árduos" de prevenção e controlo da doença.

"O povo chinês definitivamente prevalecerá sobre a pandemia do Covid-19 e agirá também decididamente para atingir as suas metas de desenvolvimento económico e social", afirmou, citado pela imprensa oficial.

"O trabalho duro do povo chinês conquistou um tempo precioso e fez importantes contribuições para a prevenção e controlo da epidemias em outros países", disse.

Até à meia-noite de quinta-feira (16:00 horas de quarta-feira, em Lisboa), o número de mortos na China continental, que exclui Macau e Hong Kong, subiu em 7, para 3.176. No total, o país soma 80.813 infetados.

No entanto, o país registou hoje apenas oito novos casos de infeção pelo Covid-19, o número mais baixo desde que iniciou a contagem diária, em janeiro, confirmando uma queda no número de novos infetados.

O surto de Covid-19 foi detetado em dezembro, na China, e já provocou mais de 4.900 mortos, entre mais de 131 mil pessoas infetadas numa centena de países e territórios.

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