Coronavírus

Portugal regista 264 novos casos de Covid-19 e mais 6 mortes

ANDRE KOSTERS

Os últimos dados divulgados pela DGS.

Especial Coronavírus

A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou esta sexta-feira a existência de 1.190 mortes e 28.583 casos de covid-19 em Portugal.

O número de óbitos subiu, de ontem para hoje, de 1.184 para 1.190, mais 6 - uma subida de 0,5% -, enquanto o número de infetados aumentou de 28.319 para 28.583, mais 264, o que representa um aumento de 0,9%.

O número de casos recuperados subiu de 3.198 para 3.328, mais 13 do que no dia anterior.

Há 673 doentes internados, 112 encontram-se em Unidades de Cuidados Intensivos.

Das mortes registadas, 796 tinham mais de 80 anos, 235 tinham entre os 70 e os 79 anos, 105 tinham entre os 60 e 69 anos, 40 entre e 50 e 59, 13 entre os 40 e os 49 e um dos doentes tinha entre 20 e 29 anos.

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (677), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (262), do Centro (221), do Algarve (14), dos Açores (15) e do Alentejo, que regista um caso, adianta o relatório da situação epidemiológica.

Portugal já fez mais de 600 mil testes de diagnóstico

No combate à pandemia, a capacidade de testar é crucial. Hoje, o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, anunciou que Portugal já fez mais de 600 mil testes à covid-19.

No dia 13 maio foram feitos cerca de 17.500 testes, foi o dia em que foram realizados mais testes desde o início da pandemia.

Patrões pedem extensão do regime de lay-off

O Conselho de Ministros reúne esta tarde para aprovar as medidas que vão entrar em vigor na segunda fase do desconfinamento, que arranca na segunda feira.

De manhã, o Governo esteve reunido com os parceiros sociais.

O prolongamento do regime de lay-off para as empresas é um dos pedidos dos patrões para diminuir o impacto económico da pandemia.

A partir de segunda-feira, deverão também reabrir os museus, monumentos e palácios, galerias de arte e similares, prevê o Governo no plano para o desconfinamento. No mesmo dia, os alunos dos 11.º e 12.º anos (ou do 2.º e 3.º ano de outras ofertas formativas) voltam às escolas, com aulas entre as 10:00 e as 17:00, as crianças mais pequenas voltam às creches (com opção de apoio à famílias) e reabrem os equipamentos sociais de apoio à deficiência.

Primeiro-ministro avisa que 3º período de aulas é essencial para preparar o próximo ano letivo

O regresso à escola na segunda-feira é também um teste para o futuro. O aviso foi feito esta manhã pelo primeiro-ministro, na visita a uma escola de Lisboa que se prepara para as aulas presenciais do 3º período deste ano letivo. O próximo pode não ser muito diferente.

António Costa deixou esta mensagem no final de uma visita à Escola Secundária D. Pedro V, em Lisboa, uma das maiores do país com 1260 alunos, dos quais 460 retomarão as aulas presenciais na segunda-feira.