Coronavírus

Covid-19. Alemanha conta aprovar uma vacina nos próximos meses

Kai Pfaffenbach

País prevê que as primeiras vacinas para a Covid-19 sejam aprovadas no final deste ano, ou no máximo, no início de 2021.

Especial Coronavírus

O diretor do serviço de supervisão de vacinas da Alemanha disse esta terça-feira que o país prevê aprovar as primeiras vacinas contra a Covid-19, no final deste ano, ou no máximo, no início de 2021.

O perito alemão garantiu que o regulador será tão minucioso na análise às vacinas que vão surgir, como sempre foi, e que não haverá atalhos.

Mas que está convicto de que não será preciso esperar muito para que seja aprovada uma vacina capaz de combater o coronavírus.

China pode iniciar vacinação antes do final do ano

Um especialista chinês defendeu esta terça-feira que os cidadãos chineses podem começar a ser vacinados contra a Covid-19, em novembro ou dezembro, uma vez que os testes clínicos decorrem sem contratempos.

Citado pela imprensa oficial, o principal conselheiro de biossegurança do Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças da China (CDC), Wu Guizhen, disse acreditar que as vacinas contra a doença causada pelo novo coronavírus podem ter efeito durante um período de entre um e três anos.

Cinco das nove vacinas que chegaram à terceira fase dos testes clínicos em todo o mundo estão a ser desenvolvidas pela China.

Wu considerou que o país asiático está a "liderar" este processo.

OMS. Há 180 vacinas em teste, mas nenhuma deve estar pronta este ano

A Organização Mundial de Saúde confirma que há cerca de 180 potenciais vacinas para a covid-19 a serem testadas, mas lembra que, até ao final do ano, é pouco provável que alguma consiga passar nos testes de eficácia e segurança, por ser um processo demorado.

Ainda assim, o Presidente dos Estados Unidos Donald Trump diz que espera ter uma vacina pronta antes das eleições marcadas para 3 de novembro, enquanto a Rússia e a China já começaram a vacina a população.

A última fase de testes da vacina russa arrancou na última quarta-feira em Moscovo e vai ser administrada a 40 mil voluntários. Uma famarcêutica do México já negociou a compra de 32 milhões de doses.

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