Coronavírus

Vacina da BioNTech e da Pfizer poderá começar a ser administrada antes do Natal

Responsável alemão otimista em dar uma "prenda de Natal" aos europeus.

Especial Coronavírus

A norte-americana Pfizer e a alemã BioNTech anunciaram a 18 de novembro o fim dos ensaios clínicos da sua vacina com uma eficácia de 95% na prevenção da Covid-19.

O presidente-executivo da empresa alemã de biotecnologia, Ugur Sahin, prevê que as primeiras inoculações na Europa possam ser feitas antes do Natal.

No resto do mundo, sobretudos nos EUA que dependem da aprovação da FDA, será administrada um pouco mais tarde.

Três vacinas contra a Covid-19 com eficácia igual ou superior a 90%

Dos 11 projetos na fase 3 dos testes clínicos - a última antes do pedido de autorização para fabrico e comercialização - há três que apresentaram taxas de eficácia iguais ou superiores a 90%: Pfizer/BioNTech, Moderna e a vacina russa Sputnik apresentam resultados encorajadores.

Vacina da Oxford/AstraZeneca mostra segurança e eficácia em pessoas mais velhas

Ainda na fase 2 dos ensaios clíncos, mas a mostrar segurança e eficácia em pessoas mais velhas, a faixa etária mais vulnerável à Covid-19, a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca - ChAdOx1 nCoV-19 - deverá apresentar os resultados finais da última fase "antes do Natal", assegura o líder da investigação.

A Coronavac, a vacina desenvolvida pelos laboratórios chineses Sinovac, está a demonstrar uma elevada taxa de eficácia nos voluntários a quem foi administrada, mas ainda está na fase 2 dos ensaios clínicos.

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