Coronavírus

Três vacinas contra a Covid-19 com eficácia igual ou superior a 90%

Pfizer/BioNTech, Moderna e a vacina russa Sputnik apresentam resultados encorajadores.

Especial Coronavírus

Neste mês de novembro várias boas notícias foram chegando sobre os avanços no desenvolvimento de uma vacina contra o SARS-CoV-2.

Dos 11 projetos na fase 3 dos testes clínicos - a última antes do pedido de autorização para fabrico e comercialização - há três que apresentaram taxas de eficácia iguais ou superiores a 90%.

Hoje, a norte-americana Pfizer e a alemã BioNTech anunciaram o fim dos ensaios clínicos com uma eficácia de 95% na prevenção da Covid-19.

A farmacêutica Moderna revelou que a sua vacina experimental tem uma eficácia de 94,5%.

A vacina que está a ser desenvolvida na Rússia - a Sputnik V - tem uma taxa de eficácia superior a 90%, com Putin a garantir que "todas as vacinas russas contra a Covid-19 são eficazes"

A Coronavac, a vacina desenvolvida pelos laboratórios chineses Sinovac, está a demonstrar uma elevada taxa de eficácia nos voluntários a quem foi administrada, mas ainda está na fase 2 dos ensaios clínicos.

Avanços na vacina e tratamento contra a Covid-19

Na segunda semana de novembro várias boas notícias foram chegando sobre os avanços no desenvolvimento de uma vacina contra o SARS-CoV-2 bem como um tratamento novo.

► A farmacêutica norte-americana Pfizer anunciou que a sua vacina contra a Covid-19 alcançou 90% de eficácia nos testes. Uma semana depois veio anunciar ter concluído os testes com 95 de eficácia.

► Nesse mesmo dia 9 de novembro, o porta-voz do ministro da Saúde da Rússia veio assegurar que a vacina que está a ser desenvolvida no país - a Sputnik V - tem uma taxa de eficácia superior a 90% e no dia seguinte Putin garantiu que "todas as vacinas russas contra a Covid-19 são eficazes"

► Ainda nesse dia, o ensaio clínico da potencial vacina CoronaVac da chinesa Sinovac foi suspenso no Brasil devido a "efeito adverso grave.", embora a empresa chinesa reafirme a confiança no produto, indicando que o efeito secundário não está relacionado com a vacina. Os testes foram retomados no dia 11.

► Na quarta-feira, a vice-Presidente russa anunciou que os testes clínicos da segunda vacina russa contra a Covid-19, a EpiVacCorona que está a ser desenvolvida pelo Instituto Vector, vão começar a 15 de novembro,

► Ainda na segunda-feira, mas já terça em Portugal, a agência norte-americana do medicamento (FDA) deu uma autorização de utilização de emergência e temporária de um medicamento experimental para a Covid-19 fabricado pela Eli Lilly, mas apenas para doentes com sintomas ligeiros ou moderados e não para hospitalizados a necessitar de oxigénio.

O tratamento experimental com anticorpos sintéticos é o primeiro especificamente desenvolvido para o novo coronavírus.

► A 16 de novembro a farmacêutica Moderna revelou que a sua vacina experimental tem uma eficácia de 94,5%.

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