Coronavírus

Spunik V vista com credibilidade por causa dos dados publicados na revista Lancet

A vacina russa consegue atingir 91,6% de eficácia na proteção contra o SarS-CoV-2.

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A primeira dose alcança uma taxa de eficácia de 73,6% de proteção contra o coronavírus, enquanto a segunda toma - com um serótipo diferente - faz elevar a taxa para 91,6%.

A Comissão Europeia limita a compra centralizada a uma produção da Sputnik V em solo de um estado-membro.

O processo na Agência Europeia dos Medicamentos deverá ter a mesma rapidez de aprovação das anteriores, ou seja, antes de março não haverá Sputnik V aprovada. Isto depois de já o ter sido em outros 16 países.

A Spunik V é vista com credibilidade, por causa dos dados publicados na revista Lancet.