Coronavírus

Covid-19. Israel regista eficácia das vacinas perto dos 95%

No Brasil e nos Estados Unidos a escassez de doses poderá atrasar os planos.

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Os Estados Unidos mantêm o objetivo de vacinar toda a população até julho, apesar da escassez de vacinas. Também no Brasil, as doses já estão a terminar e o plano de vacinação vai ter de ser interrompido. De Israel vêm sinais animadores sobre a imunidade de grupo.

Em Israel, um dos quatro grupos privados de saúde que está a participar na campanha nacional de vacinação avança que a vacina da Pfizer tem 95% de eficácia contra a covid-19. Dos quase 600 mil cidadãos que tomara as duas doses da vacina, apenas 608 testaram positivo para a doença. A grande maioria teve sintomas leves como dor de cabeça ou tosse e apenas 21 pessoas necessitaram de ser hospitalizadas, sete com formas graves da doença.

Outro grupo de saúde israelita diz que registou uma quebra de 94% de casos de covid-19. Dados que confirmam os ensaios clínicos que já tinham sido tornados públicos pela farmacêutica Pfizer.

No Brasil, a polícia interrompeu algumas festas de Carnaval ilegais no Rio de Janeiro, nos últimos dias. Enquanto isso, as autoridades de saúde brasileiras utilizam as últimas doses disponíveis, antes do programa de vacinação ser interrompido por falta de vacinas.

Os profissionais de saúde vão ao encontro dos idosos que não podem sair de casa ou que têm medo de contrair a doença. Foi o que aconteceu no Morro da Coroa e que irá ser alargado a outras comunidades, assim que chegarem mais vacinas.

Nos Estados Unidos, os planos do Presidente Biden para acelerar o ritmo de vacinação no país não têm sido imunes à escassez de vacinas no mundo. O principal consultor para os assuntos da pandemia do Governo, Anthony Fauci, admite que pode vir a haver falta de vacinas. Por enquanto, a administração Biden não abandona o objetivo de ter a população toda vacinada em julho.

Em Auckland, a maior cidade da Nova Zelândia, chega ao fim o confinamento de três dias. As autoridades conseguiram circunscrever os seis casos e estão a monitorizar os contactos próximos. O país regressa aos níveis dois e um, os menos graves da pandemia, que têm vigorado no arquipélago nos últimos seis meses.

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