Coronavírus

Portugal com mais 63 mortes e 1.032 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas

Pedro Nunes

O último balanço da Direção-Geral da Saúde.

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Portugal contabiliza esta terça-feira mais 63 mortes e 1.032 novos casos de covid-19, segundo o relatório diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 16.086 mortes e 799.106 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando esta terça-feira ativos 77.044 casos, menos 3.598 em relação a segunda-feira, uma queda que se regista há 23 dias consecutivos.

Quanto aos internamentos hospitalares, há um total de 3.012 doentes internados em enfermaria, menos 310 em relação a ontem, e em cuidados intensivos há um total de 597, menos 30.

As autoridades de saúde têm em vigilância 70.767 contactos, menos 8.032 relativamente ao dia anterior, mantendo-se a tendência decrescente desde o dia 30 de janeiro.

Os dados desta terça-feira revelam ainda que mais 4.567 pessoas foram dadas como recuperadas, fazendo subir para 705.976 o número de recuperados desde o início da pandemia em Portugal, em março de 2020.

Há 23 dias consecutivos que o número de recuperados supera o de novas infeções.

Dados por região

Relativamente às 63 mortes registadas nas últimas 24 horas, 36 ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, 11 na região Centro, 9 na região Norte, 5 no Alentejo e duas na região do Algarve.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificadas 493 novas infeções, contabilizando-se até agora 302.013 casos e 6.699 mortes.

A região Norte registou 186 novas infeções por SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas e desde o início da pandemia já contabilizou 324.905 casos de infeção e 5.168 mortes.

Na região Centro, registaram-se mais 146 casos, acumulando-se 114.245 infeções e 2.870 mortos.

No Alentejo foram assinalados mais 50 casos, totalizando 28.224 infeções e 929 mortos desde o início da pandemia em Portugal.

A região do Algarve tem hoje notificados 61 novos casos, somando 19.893 infeções e 332 mortos.

A Madeira registou 93 novos casos. Esta região autónoma contabiliza 6.101 infeções e 60 mortes devido à covid-19.

Nos Açores foram registados 3 novos casos nas últimas 24 horas. Desde o início da pandemia, a região autónoma soma 3.725 infeções e 28 mortos.

Dados por género e faixa etária

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

O novo coronavírus já infetou em Portugal, pelo menos, 361.311 homens e 437.523 mulheres, referem os dados da DGS, segundo os quais há 272 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que estes dados não são fornecidos de forma automática.

Do total de vítimas mortais, 8.405 eram homens 7.681 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.

Do total de mortes, 10.683 eram pessoas com mais de 80 anos, 3.368 com idades entre os 70 e os 79 anos e 1.414 tinham entre os 60 e os 69 anos.

Armando Franca

Grupo de investigadores, médicos, professores e pais pede reabertura urgente das escolas

Uma centena de médicos, professores, pais e investigadores pediu ao Governo e ao Presidente da República a reabertura urgente das escolas a partir de 1 de março a começar pelos mais novos e de forma faseada com as devidas precauções.

Numa carta enviada ao primeiro-ministro, ao ministro da Educação, à ministra da Saúde, aos restantes membros do Governo, e ao Presidente da República, o grupo, do qual fazem parte o virologista Pedro Simas e o epidemiologista Henrique Barros, diz ser possível manter as escolas abertas com ensino presencial com as devidas precauções e apontam algumas medidas.

Abrir as escolas? "Quanto mais rápido melhor", mas com "garantias de segurança sanitária"

Para o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, as escolas devem abrir o mais rápido possível, se assim for o entendimento dos especialistas e das autoridades de saúde.

No entanto, a Fenprof espera ser ouvida pela tutela.

Declarações de Mário Nogueira esta terça-feira de manhã, numa manifestação que juntou cerca de uma centena de professores em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, contra o regime de vagas que impedem progressão na carreira.

Marcelo começa a ouvir os partidos sobre renovação do estado de emergência

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ouve hoje a IL, Chega, PEV, PAN, CDS-PP e PCP sobre a renovação do estado de emergência, em audiências por videoconferência, a partir das 14:30.

Na quarta-feira será a vez do BE, PSD e PS e, um dia depois, o Parlamento reúne-se para debater e aprovar a provável renovação do estado de emergência, que terá efeitos entre 02 e 16 de março e será a 12.ª declaração na atual conjuntura de pandemia de covid-19.

O atual período termina às 23:59 da próxima segunda-feira, 1 de março.

Medidas restritivas devem manter-se pelo menos até 15 de março

Pandemia matou pelo menos 2,47 milhões de pessoas em todo o mundo

A pandemia de covid-19 provocou, nas últimas 24 horas, 6.595 mortes em todo o mundo, aumentando o número de vítimas mortais para 2.474.437 pessoas desde que foi detetada na China, em dezembro de 2019.

Segundo dados hoje divulgados pela agência francesa de notícias AFP, no último dia foram contabilizados 284.765 novos infetados, elevando o total de pessoas contagiadas desde o início da pandemia para pelo menos 111.641.390 casos de covid-19.

Deste total de casos, pelo menos 68.552.400 já foram considerados curados, refere a AFP.

Os números são baseados em relatórios diários das autoridades sanitárias de cada país até as 11:00 de cada dia e não incluem revisões realizadas 'a posteriori' por organismos de estatísticas, como acontece na Rússia, Espanha e Reino Unido.

Desde segunda-feira, os países que registaram mais novos casos de mortes foram os Estados Unidos, com mais 1.297 vítimas mortais, o Brasil (com mais 639 mortes), e a Espanha (mais 535).

Os Estados Unidos são até hoje o país mais afetado em termos de mortes e de casos, com um total de 500.313 mortes para 28.190.622 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 247.143 mortes e 10.195.160 casos, o México, com 180.536 mortes e 2.043.632 casos, a Índia, com 156.463 mortes e 11.016.434 casos, e o Reino Unido, com 120.757 mortos e 4.126.150 casos.

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que regista o maior número de mortes em relação à sua população, com 189 mortes por cada 100.000 habitantes, seguida pelas Eslovénia e República Checa (ambas com 182), o Reino Unido (178) e a Itália (159).

A Europa contabilizava hoje, até às 11:00 TMG (mesma hora em Lisboa) 833.084 mortes e 36.667.016 casos, enquanto a América Latina e as Caraíbas registavam 661.324 mortes (20.800.396 casos).

Os Estados Unidos e o Canadá somam 522.012 mortes (29.038.265 casos), a Ásia 252.667 mortes (15.949.216 casos) e o Médio Oriente 102.728 mortes (5.315.547 casos).

O continente africano contabiliza 101.675 mortes (3.838.878 casos) enquanto a Oceânia refere contar 947 mortes (32.072 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes realizados aumentou drasticamente e as técnicas de despistagem e rastreamento melhoraram, levando a um aumento do número de infetados declarados.

O número de casos diagnosticados, entretanto, reflete apenas uma fração do total real, já que uma grande parte dos casos menos graves ou assintomáticos não é registada.

Links úteis

Mapa com os casos a nível global

  • O cartão amarelo que não se percebe 

    Opinião

    Despir a camisola aquando da celebração de um golo é proibido pelas leis de jogo. Penso que toda a gente sabe disso. Aliás, basta apenas que um qualquer jogador cubra a cabeça usando essa peça de equipamento para ser sancionado.

    Duarte Gomes