A Itália e a Hungria voltam a apertar as medidas de restrição para conter a covid-19. Enquanto isso, a Alemanha alivia as medidas, atribuindo a cada cidadão um teste antigénio por semana.
Ao fim de três meses, há ginásios alemães que estão a voltar ao ativo. Mas apenas nas regiões com níveis mais baixo de contágio. Depois das escolas e dos cabeleireiros, parte do comércio não essencial também já recebeu ordem de abertura.
A população alemã tem direito a um teste antigénio gratuito por semana, que pode ser feito nos centros de testagem e nas farmácias.
Na Itália, as medidas voltaram a apertar. A propagação das novas variantes fez da região de Campânia regressão ao confinamento. Restaurantes, bares e escolas estão de novo fechado.
As autoridades de saúde italianas aprovaram o uso da vacina da AstraZeneca para maiores de 65 anos. Uma decisão que surge quando o número de mortos está prestes a ultrapassar os 100 mil.
Também a Hungria voltou às restrições mais apertadas, registando novos máximos de vítimas e internamentos. Lojas não essenciais e escolas encerraram.
No Brasil, a sobrelotação dos hospitais levou o Governo de São Paulo a impor um novo confinamento. A medida vai estar em vigor durante, pelo menos, 15 dias.
Nos Estados Unidos foram emitidas novas recomendações para quem já foi vacinado: só as pessoas imunizadas podem reunir-se em espaços fechados e em pequenos grupos sem máscara. Na rua, a utilização da máscara continua a ser obrigatória.
Israel, que lidera a vacinação mundial, começou agora a administrar doses aos palestinianos da Cisjordânia que trabalham nos colonatos e que contactam diretamente com a população israelita. No total, são cerca de 120 mil pessoas.
Da Síria, chega a notícia de que o presidente Bashar al-Assad e a mulher testaram positivo à covid-19. O número de casos disparou desde fevereiro e o balanço oficial soma mil mortos e 16 mil infetados. As autoridades admitem que os números sejam bem superiores, num país devastado por uma década de guerra.
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