Coronavírus

Covid-19. Autarca de Odemira quer fim "imediato" do cordão sanitário

Há um cordão sanitário em duas freguesias do concelho de Odemira.

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O presidente da Câmara Municipal de Odemira, José Alberto Guerreiro, defendeu esta segunda-feira o fim imediato do cordão sanitário.

Considera que a situação está controlada, tendo em conta os níveis de testagem, vacinação e de incidência do número de novos casos no concelho.

SÃO TEOTÓNIO E LONGUEIRA/ALMOGRAVE TENTAM VIVER O DIA A DIA DENTRO DO CORDÃO SANITÁRIO

As freguesias de Longueira-Almograve e São Teotónio, em Odemira, estão em cordão sanitário por causa da elevada incidência de covid-19, sobretudo devido aos casos entre trabalhadores do setor agrícola, muitos deles imigrantes.

Quando o Conselho de Ministros decretou o cordão sanitário, no dia 29 de abril, o primeiro-ministro, António Costa, sublinhou que "alguma população vive em situações de insalubridade habitacional inadmissível, com hipersobrelotação das habitações", e relatou situações de "risco enorme para a saúde pública, além de uma violação gritante dos direitos humanos".

Esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, o Governo decidiu manter o cordão sanitário, mas com "condições específicas de acesso ao trabalho".