Coronavírus

País enfrenta 4ª vaga da pandemia, assume Costa. Por isso, é necessário aumentar ritmo de vacinação

Objetivo é administrar 1,7 milhões de vacinas nas próximas duas semanas, o que pode levar a condições de vacinação "incómodas".

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O primeiro-ministro, António Costa, assume que o país está a enfrentar a 4ª vaga da pandemia e por isso será necessário acelerar o ritmo da vacinação.

O objetivo é administrar 1,7 milhões de vacinas nas próximas duas semanas. Razão pela qual António Costa admite que as condições de vacinação podem tornar-se "incómodas". Quer isto dizer que o tempo de espera para ser vacinado pode aumentar nos próximos dias.

Mas António Costa sabe que a vacinação, por si só, não chega: "Temos de continuar a manter o distanciamento físico e, sobretudo, a evitar os comportamentos irresponsáveis de festas clandestinas ou não clandestinas, que se desenvolvem sem segurança e que estão a ser os principais pólos de difusão desta nova vaga".

MARTA TEMIDO ADMITE AGRAVAMENTO DA PANDEMIA DENTRO DE DUAS SEMANAS


Portugal é o segundo país da União Europeia com mais novos casos diários de covid-19. Algumas regiões como Lisboa e Vale do Tejo e o Algarve já entraram na zona vermelha, visto apresentarem mais de 240 casos por 100.000 habitantes.

Numa entrevista à TVI, a ministra da Saúde admite que a pandemia pode vir a agravar-se nas próximas semanas, com o número de casos a chegar aos 4.000.

Com a vacinação, o impacto sobre o Serviço Nacional de Saúde não será o mesmo, mas mesmo assim, é preciso travar os números. O agravamento das medidas sanitárias podem ser tidas em conta.

Para já, está afastado o confinamento, uma vez que para impôr tal medida é necessário estabelecer o estado de emergência.

"Nós não temos neste momento quadro legal que permita aplicar um confinamento. Isso implicaria um estado de emergência, que nós neste momento não dispomos.", acrescenta a ministra da Saúde numa entrevista à TVI.

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