Coronavírus

Novas orientações para escolas pretendem evitar que turmas inteiras fiquem em isolamento profilático

Explica o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales

As orientações sobre isolamento profilático de contactos de baixo risco vão ser mais flexíveis no próximo ano letivo, segundo o novo referencial da Direção-Geral da Saúde (DGS).

No âmbito das medidas para as escolas de combate à pandemia de covid-19, no próximo ano letivo, turmas inteiras já não vão ser obrigadas a ficar em casa durante duas semanas sempre que seja detetado um caso positivo, como aconteceu a partir de abril, quando a DGS reviu o protocolo de atuação para essas situações.

As orientações foram agora revistas, a duas semanas do início das aulas, e vão ser mais flexíveis, uma vez que os contactos considerados de baixo risco ou que testem negativo devem regressar à escola.

O secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, diz que as novas orientações para as escolas têm como objetivo evitar que turmas inteiras fiquem em isolamento profilático.

No entanto, segundo o referencial publicado na página da DGS, em situação de ‘cluster’ ou surto, as autoridades de saúde podem determinar o encerramento de uma ou mais turmas ou zonas da escola, ou de todo o estabelecimento de ensino.

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