O Reino Unido apresentou terça-feira o plano de combate à pandemia de covid-19 para o outono e inverno.
A partir da próxima semana, vai ser administrado um reforço da vacina aos maiores de 50, a pessoas mais jovens com outras doenças associadas e ainda aos trabalhadores da saúde e do setor social.
Os jovens entre os 12 e 15 anos, até agora fora do plano de vacinação, passam a receber uma dose da Pfizer.
Se mesmo assim os hospitais ficarem sobrelotados, o Governo britânico avançará para um plano B.
A máscara pode voltar a ser obrigatória em certos casos, assim como o teletrabalho e o certificado covid em discotecas e eventos.
O executivo de Boris Johnson não quer novos confinamentos, mas admite voltar a decretar a medida, se necessário.
Reino Unido aposta na testagem no regresso às aulas
Com o começo do novo ano letivo, a corrida à testagem dos alunos é fundamental. No Reino Unido, segundo o Governo de Boris Johnson, a testagem ao novo coronavírus permite tornar o uso de máscara facultativo.
A testagem não descura a cautela para evitar o ensino à distância, que aconteceu nos últimos dois anos letivos.
Nas ruas de Londres, os protestos anti-vacina subiram de tom. Depois de tentarem invadir a sede do Jornal The Economist, os protestantes, que não chegam a 100, entram em confronto com a polícia à porta do regulador britânico do medicamento, que aprovou o atual plano de vacinação no país.

