Coronavírus

Covid-19: restrições acabaram, mas há serviços onde marcação prévia se mantém

Loading...

Apesar da orientação do Governo para que os serviços só aceitem 50% de marcações prévias, os sindicatos dizem que estas medidas não são suficientes.

Quase um ano depois do fim das restrições da covid-19, ainda é preciso marcar com antecedência em vários serviços públicos. Apesar da orientação do Governo para que os serviços só aceitem 50% de marcações prévias, os sindicatos dizem que estas medidas não são suficientes.

Durante a pandemia, quem quisesse tratar de assuntos nos serviços públicos teria de marcar com antecedência. Mas apesar das restrições da covid ter terminado em abril, há quem vá a estes serviços e não possa ser atendido porque não marcou previamente.

Em dezembro, o Governo quis agilizar esta situação estabelecendo orientações para os serviços garantirem 50% dos atendimentos sem marcação, mas para o Sindicato da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos esta medida não é suficiente.

De acordo com a Organização Não Governamental PróPública, restringir o acesso aos serviços por marcação online é discriminatório para as pessoas sem acesso à internet.

À SIC, o gabinete do secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa reforça que "o Governo está a promover e a monitorizar a necessária articulação entre os vários serviços da Administração para que seja garantido um balanço de 50/50 entre atendimento espontâneo e por marcação prévia".

O objetivo da medida é promover uma "distribuição mais equilibrada e que responda às necessidades dos cidadãos."

No entanto, a ProPública diz que o Governo não emitiu uma portaria a formalizar a medida. A organização já enviou uma queixa para o Presidente da República, o primeiro-ministro e a Provedora de Justiça.

Últimas Notícias
Mais Vistos