Guerra Rússia-Ucrânia

Ações miliares perto da central nuclear de Zaporíjia "podem ter consequências muito graves"

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A China lembra o acidente nuclear em Fukushima, em 2011.

A Agência Internacional de Energia Atómica voltou a pedir o fim das ações militares em torno da Central Nuclear de Zaporíjia na Ucrânia. O diretor geral da Agência Internacional de Energia Atómica volta a afirmar o ataque à central nuclear terá "consequências muito graves".

A agência continua a acompanhar a atividade da central de forma remota, mas diz que começar uma missão no terreno é fundamental.

O representante chinês nas Nações Unidas entende que um acidente nuclear em Zaporíjia poderá ser mais grave do que aquele que aconteceu em Fukushima, em 2011, que quase matou 18 mil pessoas.

Mais a sul, continua o compromisso para minimizar a crise alimentar global. Nas últimas horas partiram dos portos ucranianos mais dois navios com cereais. As autoridades dizem que um deles carrega cerca de 3 mil toneladas de trigo para o noroeste da Turquia.

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