Guerra Rússia-Ucrânia

Há semanas que permanecem praticamente inalteradas as linhas da frente na guerra da Ucrânia

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Presidente da Rússia aprova inspeção à central de Zaporíjia. 

Depois de falar com o Presidente francês, Vladimir Putin aceitou a entrada de inspetores na central nuclear de Zaporíjia.

No dia em que se reuniu, em Sochi, com o Presidente do Cazaquistão, Vladimir Putin falou também ao telefone com Emanuel Macron. Ao líder francês, Putin disse "sim" à entrada dos inspetores internacionais em Zaporíjia.

No sul da Ucrânia, atualmente ocupada pelas tropas russas, a maior central nuclear da Europa é um dos palcos maiores do conflito.

Ucranianos e russos trocaram esta semana acusações sobre bombardeamentos à central.

Com Kiev a pedir a retirada das tropas e com Moscovo a recusar o pedido, os dois países reforçaram os alertas para os perigos da explosão de um dos seis reatores poder provocar uma nova Chernobyl.

Em solo ucraniano, esta sexta-feira, ficou marcada por outro bombardeamento a Kharkiv. Pelo menos uma pessoa morreu, e outra ficou ferida, no ataque que destruiu o Instituto Politécnico da segunda maior cidade ucraniana.

O governo de Londres revela que Moscovo estará a tentar forçar a Ucrânia a manter armamento pesado na proteção a Kharkiv, impedindo,

ao mesmo tempo, a deslocação de soldados para uma eventual contraofensiva no Sul e no Leste, para as áreas controladas pelas tropas russas.

Kiev reconhece a existência de uma campanha contra alvos estratégicos e linhas de abastecimento das tropas envolvidas na invasão da Ucrânia.

Já em solo russo, nos arredores da cidade de Belgorod, duas povoações fronteiriças foram evacuadas, depois da destruição de um paiol,

noutro ato atribuído também às forças ucranianas.

Os atos de guerrilha não travaram, por enquanto, a ofensiva nem levaram à reconquista de território. Segundo os serviços ocidentais de informações, há semanas que permanecem praticamente inalteradas as linhas da frente na guerra da Ucrânia.

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