Guerra Rússia-Ucrânia

Ucrânia considera propaganda a Rússia acusar Kiev pelo assassinado da filha do ideólogo de Putin

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Darya Dugina morreu numa explosão em Moscovo.

A Ucrânia nega qualquer envolvimento no assassinato da filha do ideólogo de Vladimir Putin. Kiev considera propaganda as acusações de Moscovo e afirma que o atentado foi feito pela Rússia.

Presente no funeral da filha, Alexander Dugin, ideologo e apoiante de Vladimir Putin, discursou, emocionado e pediu para que a morte não tenha sido em vão.

Darya Dugina, jornalista e ativista, morreu numa explosão quando viajava de carro, em Moscovo, no fim de semana.

Os serviços russos de informações dizem que a responsável pelo atentado é ucraniana. Segundo a imprensa, terá entrado na Rússia em julho, com a filha, e arrendado um apartamento no mesmo prédio da vítima. Depois do atentado, terá fugido para a Estónia.

A mulher é apontada por Moscovo como pertencente ao batalhão Azov, informação desmentida pelo grupo de combatentes.

O secretário do Conselho Nacional de Segurança e Defesa da Ucrânia nega o envolvimento do país na morte da jornalista. Garante que Dugina não tinha importância para Kiev e culpa os serviços secretos russos pelo assassinato, lembrando que Darya e o pai tinham recentemente criticado a lentidão da operação militar na Ucrânia.

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