Guerra Rússia-Ucrânia

Quinze políticos abandonam funções na Ucrânia

Loading...

Alguns deles por estarem, alegadamente, envolvidos em esquemas de corrupção. Volodymyr Zelensky diz que para estes casos a tolerância é zero.

Depois de um ano em que as divergências estiveram de lado, o topo da governação ucraniana sofreu um abalo. Em quatro dias, 15 membros da vida política do país demitiram-se ou foram demitidos.

Entre os nomes, está o de Kyrylo Tymoshenko, chefe adjunto do gabinete do Presidente da Ucrânia, Vyacheslav Shapovalov, vice-ministro da Defesa, ou Oleksiy Symonenko, vice-procurador-geral.

Foram também demitidos líderes de cinco regiões da Ucrânia, numa onda de saídas que começou no sábado, quando o vice-ministro das Infraestruturas foi detido por suspeitas de corrupção. Vasyl Lozinksyi foi acusado de inflacionar o preço de materiais essenciais para o inverno.

As reformas anticorrupção vieram para ficar, garante o primeiro-ministro. E Zelensky diz mesmo que para estes casos, a tolerância é zero. A luta contra a corrupção era a principal prioridade dos ucranianos antes da guerra.

Kiev tem de continuar a provar ao Ocidente que a ajuda está a ser bem aplicada, numa altura em que o país entra nos 11 meses de guerra e com uma dependência cada vez maior do financiamento externo.

Últimas Notícias
Mais Vistos