A capital da Alemanha assistiu a um dos dias de maior intensidade diplomática dos últimos tempos, com Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, a ser recebido pelo homólogo alemão, pela presidente do parlamento alemão e pelo chanceler Friedrich Merz.
Encontros à margem do segundo dia de negociações de paz entre Zelensky e os representantes dos Estados Unidos, Steve Witkoff, e o genro de Donald Trump.
Palavras diplomáticas que não escondem as dificuldades, sobretudo territoriais, quando correm rumores de que os negociadores americanos sugeriram a retirada dos ucranianos da região de Donetsk, cujas forças armadas ainda controlam 20%.
Pelo contrário, avanços parecem ter sido alcançados nas garantias de segurança, com um artigo semelhante ao quinto da NATO. A Ucrânia teria de prescindir das aspirações de pertencer à NATO, mas a Rússia não poria qualquer obstáculo à adesão à União Europeia.
Assuntos discutidos à mesa do jantar entre anfitriões alemães, ucranianos, negociadores americanos e os líderes de França, Reino Unido, Itália e outros, antes da continuação das conversações, previstas para a próxima semana, em Miami, nos Estados Unidos.
