Com um só objetivo em mente, o apuramento para o Campeonato do Mundo, Portugal sabia que só uma vitória, aliada a um deslize da Arménia, valeria o bilhete dourado para o Mundial 2026. Mas saiu tudo ao lado. Em Alvalade, os portugueses vacilaram nos instantes finais e empataram com a Hungria por 2-2.
Mário Cagica, diretor do Bola na Rede, diz que a partida “expôs algumas fragilidades já vistas noutros momentos, mas que desta vez teve consequência direta”. O jornalista explica como a Hungria foi capaz de incomodar Portugal e aponta os momentos do jogo em que a Seleção Nacional tem de melhorar.
“A Hungria é uma seleção bastante interessante, tem individualidades que vale a pena frisar, como o Szoboszlai, e características que expõem fragilidades de Portugal, como a capacidade física, o jogo aéreo, coisas que Portugal sentiu algumas dificuldades para travar. (…) Portugal tem de melhorar na transição defensiva e nas bolas paradas.”
“Ronaldo deixou uma boa imagem”
Apesar do empate, Mário Cagica afirma que alguns jogadores estiveram em bom plano. É o caso de Cristiano Ronaldo, que “deixou uma boa imagem para além dos dois golos”.
“O Semedo fica ligado ao segundo golo sofrido, mas acaba por ter uma boa exibição. O Rúben Dias também esteve muito bem em alguns momentos. O Vitinha não sabe jogar mal.”
O diretor do Bola na Rede acredita que “só uma catástrofe" evita o apuramento de Portugal.
