
O Ministério Público acredita que o professor Domingos Farinho assinou um primeiro contrato não com o ex-Primeiro ministro, mas sim com uma empresa de outro arguido do processo, Rui Mão de Ferro.
Mais tarde terá havido outro contrato feito em nome da mulher.
A acusação diz que Domingos Farinho recebeu quase 84 mil euros entre janeiro de 2013 e outubro de 2014.
A tese tem sido negada por José Sócrates.

