Violência em Moçambique

Violência em Moçambique. “Tenho medo, mas não há como sair. Eu sou pobre”

Enviados SIC

Nas ruas de Palma ainda há cadáveres.

Nas ruas de Palma, a vila de Cabo Delgado alvo de ataques terroristas há quase três semanas, ainda há cadáveres. Os enviados da SIC e do Expresso a Moçambique voltaram à localidade de onde muitos ainda tentam fugir.

Depois da razia dos atacantes, veio a pilhagem de uma população faminta. Homens, mulheres e crianças arrebanham o pouco que resta enquanto não chega a ajuda do Governo e das organizações humanitárias.

Na localidade mantém-se vigilantes as forças de defesa e segurança. Garantem que a situação está calma, mas sabem que o inimigo pode estar por perto.

Mais de 15 dias depois dos ataques, o Governo moçambicano ainda não divulgou o número de mortos civis. Diz apenas que terão sido às dezenas.

  • Confidentes de alunos e cúmplices de professores: o braço contínuo

    País

    Chamam-lhes “funcionários” porque funcionam. A expressão até parece sugerir que eles são os únicos que “funcionam”, dentro de uma escola. Acalmem-se os tolos. Significa apenas que os “assistentes operacionais”, ou “auxiliares de ação educativa”, títulos mais pomposos do que “contínuos” – expressão que estimo muito - são pau para toda a colher.

    Opinião

    Rui Correia