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Espionagem através do Pegasus. Empresa israelita diz que acusações são falsas

Governo de Israel vai analisar o caso.

Empresas privadas a vender espionagem a governos não será novidade, mas desta vez uma investigação revelou o uso que alegadamente é dado a um programa de espionagem que infeta diretamente telefones.

Jornalistas e políticos (incluindo Emmanuel Macron) de 40 países um pouco por todo o mundo são espiados com os próprios telefones infetados com o programa Pegasus.

A origem será a empresa israelita especialista em ciberguerra, a NSO Group, que tanto faz programas para abater drones como para infetar telefones e espiar os donos.

A empresa nega, mas o Governo israelita já anunciou que vai analisar as regras que definem a quem pode ser vendido este tipo de ciberarma. Angela Merkel foi a primeira dirigente a exigir regras estritas para o uso destes programas que ninguém, no entanto quer eliminar.

O coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança afirma que nunca encontraram estes programas em Portugal.