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Observadores internacionais em Angola: “Não tem a mais pequena credibilidade, é turismo eleitoral”

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Ana Gomes analisa o papel dos observadores internacionais, que deram uma avaliação positiva ao processo eleitoral angolano.

Ana Gomes analisou, esta sexta-feira na SIC Notícias, o papel dos observadores eleitorais internacionais em Angola, que deram uma avaliação positiva ao processo, e afirmou que não passa de “turismo eleitoral”.

Essa observação não tem a mais pequena credibilidade, é turismo eleitoral, porque uma observação de um processo eleitoral não se faz apenas no dia da votação

Ana Gomes explicou que “o processo eleitoral começa muito antes, é preciso olhar para os termos do registo eleitoral, como é que se processa a campanha, como é que se processa a distribuição dos tempos de mídia e depois parte integral e essencial para dar confiança aos cidadãos é, justamente, a confiança no processo da contagem, agregação dos votos”.

Pergunto se alguns dos observadores que lá estiveram, convidados pelo Governo, se deram ao trabalho de passarem meia hora que fosse no tal centro de tabulação

Ana Gomes também destacou o facto da missão de observação eleitoral da União Europeia ter sido recusada. Uma “missão que tem regras, que vai acompanhando todo o processo, que acompanha muito bem o processo da contagem. Não há nenhuma missão de observação da União Europeia que não tenha vários funcionários no centro de contagem”.

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