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Furacão Ian: indemnizações pelos estragos atingem valor mais alto dos últimos 30 anos

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Joe Biden decretou o estado de calamidade nas regiões mais atingidas pelo furacão e prometeu fundos federais.

A furacão Ian já foi considerado uma das piores tempestades que atingiu os Estados Unidos nos últimos anos. As seguradoras norte-americanas dizem que as indemnizações pelos estragos podem chegar aos 47 mil milhões de euros – o valor mais alto das últimas três décadas.

A guarda costeira norte-americana foi chamada várias vezes, nos últimos dias, para salvar dezenas de pessoas. As equipas de busca e salvamento continuam à procura de pessoas que possam estar isoladas em locais remotos ou de vítimas que tenham sido arrastadas pelas enxurradas.

O furacão Ian só se deverá dissipar este domingo. Destruiu milhares de casas nas Caraíbas, primeiro, e depois nos Estados Unidos. Atingiu, com mais força, a Florida.

Este sábado, o furacão passou pelos estados da Carolina do Norte e do Sul, onde a chuva torrencial provocou inundações e fez os rios transbordar e o mar galgar a costa.

Para já, há cerca de 30 mortos confirmados, mas há muitas pessoas desaparecidas. As autoridades não sabem se se trata de residentes que fugiram das zonas mais atingidas pelo temporal sem avisarem a família ou se, de facto, terão de ser acrescentados à lista de vítimas mortais.

Em alguns locais, o nível da água está, finalmente, a baixar e já se circula normalmente. Há dezenas de estradas ainda cortadas e localidades onde mais de 70% das casas ficaram completamente destruídas. Os danos causados pelo furacão ainda estão por calcular.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, decretou o estado de calamidade nas regiões mais atingidas e prometeu fundos federais para ajudar na reconstrução. As seguradoras já fizeram algumas contas e dizem que devem ter de pagar as indemnizações mais altas dos últimos 30 anos. Cerca de 47 mil milhões de euros.

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