Aqui vê-se a precariedade das habitações num campo onde vivem deslocados, mas não é claro o sofrimento a que algumas destas mulheres têm sido sujeitas. Fome, violações, violência.
Os corpos das mulheres sudanesas são mais uma prova das atrocidades de uma guerra no Sudão do Sul, que tem dois principais lados em conflito: um grupo paramilitar chamado Forças de Apoio Rápido e as Forças Armadas Sudanesas.
Falta segurança, sobra violência num país sedento de paz. Está em cima da mesa uma proposta para uma trégua humanitária. Há uma semana, as Forças de Apoio Rápido anunciaram que concordavam com a proposta apresentada sob mediação de Washington. Mas os ataques continuam.
O cessar-fogo é condição obrigatória para viabilizar o acesso humanitário, em particular às linhas da frente e às áreas devastadas pela guerra.