A polícia norte-americana, que continua à procura do autor do ataque na Universidade de Brown, nos Estados Unidos, divulgou novas imagens do atirador.
As fotografias e as imagens de vídeo mostram um homem, vestido de preto, a usar máscara e gorro, a caminhar pelas ruas da cidade.

As autoridades dizem que o principal objetivo é reconstruir os movimentos do homem, antes e depois do tiroteio. Para isso, apelam à ajuda da população para identificar o indivíduo.
Desde sábado, centenas de polícias vasculham o campus da Universidade Brown e bairros próximos, e analisam vídeos, tendo em vista encontrar o atirador que abriu fogo numa sala de aula.
A polícia de Providence declarou na plataforma X que está a "aumentar a presença nos bairros" e a "abordar lojas e residências para solicitar quaisquer imagens de vídeo disponíveis".
Anteriormente, a polícia tinha divulgado 10 segundos de vídeo do suspeito, visto de costas a caminhar rapidamente por uma rua deserta após o tiroteio..
Dois alunos mortos e nove feridos
Duas pessoas morreram e nove ficaram feridas. Dos feridos, um está em estado crítico, sete em estado grave e um já teve alta.
O ataque armado, no segundo dia de exames, aconteceu no edifício Barus & Holley, um complexo de sete andares onde funciona a Escola de Engenharia e o departamento de Física de Brown.
Armado com uma pistola, o atirador disparou mais de 40 tiros de calibre 9mm.
As vítimas mortais são dois estudantes: Ella Cook, vice-presidente da Associação Republicana de Brown, e Mukhammad Aziz Umurzokov, originário do Uzbequistão, que ambicionava ser neurocirurgião.
Tiroteios em massa nos EUA
A história recente dos Estados Unidos é marcada por tiroteios em massa em locais de trabalho, igrejas, superfícies comerciais, discotecas ou transportes públicos.
O mais mortífero tiroteio numa instituição de ensino do país ocorreu em abril de 2007: um estudante matou 32 pessoas no campus da Virginia Tech antes de se suicidar.
Com Lusa.

