País

Governo deixa cair o estatuto do cuidador informal

Maria de Belém, coordenadora da Comissão para a Revisão de Lei de Bases da Saúde, lamenta a ausência de artigo sobre cuidadores informais.

O Governo deixou cair o estatuto do cuidador informal, da lei de bases da saúde. A proposta inicial, da comissão liderada por Maria de Belém, previa a criação desse ponto e a necessidade de o Governo criar medidas de apoio. Mas na lei aprovada em Conselho de Ministros há apenas uma referência genérica ao papel dos cuidadores.

  • E de nós, quem cuida?
    23:13

    Reportagem Especial

    A Reportagem especial deste sábado dá a conhecer a realidade dos cuidadores informais. São mais de 800 mil no país, que lutam atualmente por um estatuto que dignifique o trabalho que fazem e lhes garanta um apoio financeiro. A maioria, mulheres, abdica da vida profissional e pessoal para cuidar de alguém, normalmente um familiar. Muitas, além das dificuldades do dia-a-dia, vivem isoladas e em risco de pobreza e de depressão.

  • O caso de Bernardino Soares e o drama dos 800 mil cuidadores informais na Reportagem Especial
    2:28

    País

    "E de nós, quem cuida?" é a Reportagem Especial desta noite para retratar a realidade dos mais de 800 mil cuidadores informais que existem em Portugal. A maioria são mulheres que abdicam da vida profissional e pessoal para cuidar de alguém, normalmente um familiar. Marta Pina e Bernardino Soares, o presidente da Câmara de Loures, conhecem bem esta realidade.  É uma das famílias que acompanhamos na Reportagem Especial "E de nós, quem cuida?"  que pode ver na íntegra, amanhã, no Jornal da Noite de amanhã.

  • SIC Notícias debateu o problema dos cuidadores informais e a luta por um estatuto
    55:27

    País

    Estima-se que haja mais de 800 mil cuidadores informais em Portugal. São homens e mulheres que decidem, ou são obrigados, a abdicar da vida profissional, para cuidar de alguém - geralmente um familiar - em situação de dependência. É uma vida dura devido à enorme dedicação que a situação exige e às dificuldades financeiras para ter a pessoa em casa. A insitucionalização é uma alternativa mas a Rede de Cuidados Continuados tem uma reduzida capacidade de resposta para o número elevado de casos.