País

Há mais de 800 mil cuidadores informais em Portugal

Maioria são mulheres que abdicam da vida profissional.

Há muito que lutam pela criação de um estatuto que os proteja do risco de isolamento, pobreza e depressão em que se encontram. A maioria dos cuidadores são mulheres que abdicam da vida profissional e pessoal para cuidar de alguém, normalmente um familiar. É o caso de Anabela Martins. Dedica as 24 horas do dia ao filho Salvador, que sofre de doença crónica complexa.

  • E de nós, quem cuida?
    23:13

    Reportagem Especial

    A Reportagem especial deste sábado dá a conhecer a realidade dos cuidadores informais. São mais de 800 mil no país, que lutam atualmente por um estatuto que dignifique o trabalho que fazem e lhes garanta um apoio financeiro. A maioria, mulheres, abdica da vida profissional e pessoal para cuidar de alguém, normalmente um familiar. Muitas, além das dificuldades do dia-a-dia, vivem isoladas e em risco de pobreza e de depressão.

  • O caso de Bernardino Soares e o drama dos 800 mil cuidadores informais na Reportagem Especial
    2:28

    País

    "E de nós, quem cuida?" é a Reportagem Especial desta noite para retratar a realidade dos mais de 800 mil cuidadores informais que existem em Portugal. A maioria são mulheres que abdicam da vida profissional e pessoal para cuidar de alguém, normalmente um familiar. Marta Pina e Bernardino Soares, o presidente da Câmara de Loures, conhecem bem esta realidade.  É uma das famílias que acompanhamos na Reportagem Especial "E de nós, quem cuida?"  que pode ver na íntegra, amanhã, no Jornal da Noite de amanhã.

  • SIC Notícias debateu o problema dos cuidadores informais e a luta por um estatuto
    55:27

    País

    Estima-se que haja mais de 800 mil cuidadores informais em Portugal. São homens e mulheres que decidem, ou são obrigados, a abdicar da vida profissional, para cuidar de alguém - geralmente um familiar - em situação de dependência. É uma vida dura devido à enorme dedicação que a situação exige e às dificuldades financeiras para ter a pessoa em casa. A insitucionalização é uma alternativa mas a Rede de Cuidados Continuados tem uma reduzida capacidade de resposta para o número elevado de casos.