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Governo diz que Arrendamento Acessível permite "rendas mais baixas" do que programa de Lisboa

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Capital é o sítio do país onde os limites de renda são os mais elevados.

O Governo defendeu esta terça-feira que o Programa de Arrendamento Acessível (PAA) vai ser "muito útil" em Lisboa, onde os limites de renda são os mais elevados do país, proporcionado até "rendas mais baixas" do que o programa municipal.

Segundo o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, o programa do Governo de rendas acessíveis consegue, "sem terrenos públicos, sem imóveis públicos, proporcionar rendas mais baixas" do que o programa da Câmara Municipal de Lisboa.

Numa audição parlamentar, o titular da pasta da Habitação apresentou uma simulação que compara as rendas dos dois programas para imóveis na freguesia lisboeta de Marvila, com características semelhantes ao que é oferecido no programa municipal de renda acessível, descrito como "apartamento em piso elevado, com elevador, equipado a classe energética C, em bom estado de conservação, não mobiliado, sem estacionamento".

"Um T1 no quadro do PAA são 482 euros e no programa municipal são 500 euros, um T2 no PAA são 603 euros e no programa municipal são 600, um T2 no PAA são 603 euros e no programa municipal 600 euros, um T3 no PAA são 713 euros e no programa municipal são 800 euros, e um T4 no PAA são 791 euros e no programa municipal são 800 euros", avançou Pedro Nuno Santos.

Com base nesta simulação, o ministro respondeu às questões dos deputados sobre as críticas do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina (PS), ao programa do Governo, nomeadamente ao valor das rendas.

Lusa

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