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Covid-19. Há cada vez menos camas livres para internamentos nos hospitais

Lisboa, Almada e Penafiel são algumas das área onde há maior pressão nos hospitais.

A pressão sobre os hospitais aumenta a cada dia que passa. De norte a sul do país, há cada vez mais doentes internados com Covid-19.

Dos seis polos do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, três têm 20 das 28 camas das unidades cuidados intensivos (UCI) ocupadas. Há 114 doentes em enfermarias Covid-19 repartidas pelo Hospital Curry Cabral e pelo Hospital D. Estefânia, onde a capacidade global é de 181 internados.

No Hospital Garcia de Orta, em Almada, estão 88 doentes internados, 11 em UCI e dois em hospitalização domiciliária. A capacidade inicial era de 75 camas e nove em UCI. Já se admite abrir uma nova ala com mais 30 camas até ao final do ano.

O Hospital de Penafiel registou um pico de 235 internados na passada terça-feira. Esta semana tem 188 doentes.

No Hospital de Santo António, 152 pessoas recebem tratamento hospitalar contra o novo coronavírus, estando 28 nos cuidados intensivos. Esta unidade já só tem quatro camas disponíveis.

O nível três de resposta Covid-19 – o segundo mais severo do plano de contingência – foi acionado pela primeira vem na Guarda. Há 58 pessoas internadas e 11 em UCI, fazendo com que sobre apenas uma cama.

Em Viseu, contabilizam-se já 52 camas com internados Covid-19, espalhadas pelas duas alas dedicadas à doença. Há ainda seis doentes nos cuidados intensivos de um total de oito disponíveis.

No Hospital de São Teotónio a pressão aumenta depois de terem sido identificados 12 casos de infeção entre profissionais e utentes.

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