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Movimento "Juntos pelo Sudoeste" já processou o Estado português e apresentou queixas a Bruxelas

Crescente necessidade de mão-de-obra em Odemira abriu portas a esquemas de tráfico de pessoas e auxílio à imigração ilegal, que têm vindo a ser denunciados.

A mancha de estufas de frutos vermelhos cresceu muito nos últimos anos, na região de Odemira. Nos concelhos de Aljezur e principalmente Odemira, em pleno Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, a paisagem mudou totalmente.

A crescente necessidade de mão-de-obra abriu portas a esquemas de tráfico de pessoas e auxílio à imigração ilegal, que têm vindo a ser denunciados.

Para a recolha dos frutos, entre a primavera e meio do verão, são precisos entre 10.000 e 15.000 trabalhadores que vêm à procura de uma nova vida e que acabam sem liberdade e condições. Vivem amontoados em casas ou espalhados por bairros de contentores precários.

O movimento "Juntos pelo Sudoeste" já processou o Estado português e apresentou queixas à Comissão Europeia.

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