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Zmar. Advogado diz que resposta do Governo é "atentado à inteligência dos portugueses" 

Governo já respondeu à providência cautelar contra a requisição civil do Zmar

Nuno da Silva Vieira, advogado de vários proprietários do Zmar, diz que a resposta do Governo à suspensão da requisição civil é um atentado à inteligência dos portugueses.

O advogado fala numa resolução precipitada.

Governo já respondeu à providência cautelar contra a requisição civil do Zmar

O Governo respondeu na segunda-feira à providência cautelar contra a requisição civil do Zmar, em Odemira.

Na resolução fundamentada, o Executivo diz que ponderou outras alternativa ao Zmar, mas que não existiam no distrito de Beja "infraestruturas aptas a responder a este tipo de necessidade". Alega ter tentado um acordo com a sociedade que gere o Zmar para uma "ocupação parcial" das instalações, mas como não conseguiu, viu-se obrigado a recorrer à requisição civil.

O Governo também refere que estiveram no Zmar 28 imigrantes e que nenhum ocupou as casas dos proprietários que colocaram a providência cautelar. Treze deles continuam no empreendimento e, segundo o Executivo, não existem "soluções alternativas" para garantir "as condições efetivas de vida e saúde" caso a requisição civil seja suspensa.