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Envio de dados para Moscovo. CDS fala em terrorismo político

Francisco Rodrigues dos Santos também defende a saída de Fernando Medina.

O presidente do CDS-PP sustentou esta quinta-feira que a partilha de dados de três ativistas anti-Putin residentes em Portugal entre a Câmara de Lisboa e as autoridades russas "representa um ato de terrorismo político e subserviência".

"A denúncia de manifestantes a Moscovo por Fernando Medina representa um ato de terrorismo político e de subserviência, entregando a cabeça de três pessoas a um Governo que viola os direitos humanos e que mata opositores", destacou o líder do CDS-PP.

Numa nota enviada à agência Lusa, Francisco Rodrigues dos Santos frisou que o CDS-PP "está ao lado das três vítimas".

E acrescentou que "deve ser apresentada queixa à PGR, por cumplicidade com a Rússia e para apuramento das responsabilidades criminais".

Para o líder centrista, "um pedido de desculpa não protege a vida dos denunciados nem afasta um crime".

"Querem transformar Lisboa em Moscovo"

"Os tiques autoritários do PS querem transformar Lisboa em Moscovo e a Liberdade e em servidão", salientou.

Francisco Rodrigues dos Santos defendeu que, "ou Medina se afasta, ou o povo que ama a liberdade tem de removê-lo com o voto".