País

Governo propõe travar fragmentação do mercado de trabalho e reforçar proteção social no desemprego

Rendimento social de inserção pode ser alargado.

Na Estratégia de Combate à Pobreza que está a ser preparada, o Governo propõe melhorar as condições do mercado de traalho.

Num país com mais de dois milhões de portugueses em risco de pobreza e em que o desemprego é indissociável desta condição, o executivo está a deliniar uma estratégia, que ainda sem pormenores, pretende promover o empreendorismo social e uma política de salárIos mais adequada.

De acordo com o documento analisado pelo jornal Público a Estratégia Nacional de Combate à Pobreza quer alterar a precariedade e a excessiva segmentação do mercado de trabalho e reforçar a contratação sem termo, em particular dos jovens, mais proteção social aos desempregados de longa duração e para os trabalhadores mais velhos estão em estudo mecanismos de saída progressiva do mercado de trabalho, na transição para a reforma.

Na proposta de estratégia que ainda não é publica está previsto o aumento da abrangência do rendimento social de inserção, que nunca chegou a mais de 5% da população. Quanto ao complemento solidário para idosos, o que se prevê é que o valor de referência passe dos atuais 5.200 euros anuais, para os 6.480 que marcam o limiar de pobreza.

Veja também: