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Jorge Moreira da Silva não será candidato à liderança do PSD

SIC

Anúncio feito através de uma publicação nas redes sociais.

Jorge Moreira da Silva anunciou esta terça-feira que não é candidato à liderança do PSD.

Na página do Facebook, o ex-ministro do Ambiente diz que não avança por considerar que os militantes devem poder escolher entre as duas vias distintas, ou seja, entre Rui Rio e Paulo Rangel, a quem deseja felicidades no confronto de ideias.

O diretor-geral da Cooperação para o Desenvolvimento da OCDE afirma ainda que o PSD precisa, urgentemente, de se constituir como uma alternativa séria de Governo para Portugal.

Rui Rio e Paulo Rangel anunciaram candidaturas

O presidente do PSD, Rui Rio, anunciou esta terça-feira que vai recandidatar-se à liderança do partido.

A decisão de Rui Rio foi tomada após "(...) uma reflexão aprofundada sobre a situação política do país e atendendo aos recentes resultados das últimas eleições autárquicas e da incompreensível instabilidade e divisões internas, entretanto geradas no PSD", lê-se num comunicado enviado às redações, intitulado "Por Portugal, sou candidato" e assinado pelo diretor de campanha da recandidatura de Rio, Salvador Malheiro, que é também vice-presidente do PSD e líder da distrital de Aveiro.

"Com esta sua decisão, tomada no devido tempo, de forma serena e responsável, e sem qualquer preocupação de ordem tática, Rui Rio entende, como sempre tem entendido ao longo da sua vida pública, que o interesse de Portugal tem de estar acima daquilo que possa ser a tranquilidade da sua própria vida pessoal (...) "Rui Rio não é homem para desistir de lutar pelo PSD e, acima de tudo, por PORTUGAL", refere o texto.

Na passada semana, o eurodeputado Paulo Rangel anunciou que se candidata à liderança do PSD por ter a convicção de que pode "unir o PSD, promover o seu crescimento e vencer as legislativas de 2023".

"Anuncio formalmente a todos os militantes que serei candidato à presidência do PSD nas eleições de 4 de dezembro próximo. Apresento a minha candidatura, com humildade e espírito de missão, mas com a convicção inabalável de que, com ela, sirvo o nosso país, os nossos compatriotas e o nosso partido", afirmou, na apresentação pública à imprensa, na sexta-feira, num hotel em Lisboa.

O antigo líder parlamentar defendeu que só se candidata por considerar ter "todas as condições para unir o PSD, para promover o seu crescimento realizando a sua tradicional vocação maioritária e para vencer as eleições legislativas de 2023, com uma solução de governo estável".

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