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O que vai fazer a nova direção executiva do SNS?

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Saiba ainda quais serão os salários do CEO e dos membros do conselho de gestão.

Muito se tem falado sobre a nova direção executiva do SNS, mas, afinal, para que vai servir? Este novo organismo vai coordenar todo o Serviço Nacional de Saúde. O objetivo é gerir o sistema de forma mais eficiente e melhorar a capacidade de resposta.

Quando estiver em plenitude de funções a 1 de janeiro, Fernando Araújo estará a ocupar o mais alto cargo no Serviço Nacional de Saúde e que nunca foi de ninguém. Será o 1.º diretor executivo do SNS.

Vai gerir o SNS, assegurar o funcionamento em rede, gerir os cuidados continuados, gerir a rede cuidados paliativos, por exemplo. Ainda vai propor os nomes de quem fica e quem sai da direção dos hospitais e unidades de saúde, onde e quando fazer parcerias público-privadas, acordos com privados ou com o setor social e até a contratação de tarefeiros ou de outros profissionais independentes.

Um super cargo em que ainda vai gerir os recursos materiais, financeiros e humanos.

Para ajudar, foi criado um conselho de gestão com cinco membros que ainda não foram anunciados, um conselho estratégico e uma assembleia de gestores onde estarão diretores de agrupamentos de centros de saúde, presidentes dos hospitais, IPOs, do INEM, Instituto Ricardo Jorge, Instituto Português do Sangue e Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.

Fernando Araújo vai receber o mesmo que o presidente da Entidade Reguladora da Saúde: 5.700 euros brutos + 40% do salário em despesas de representação.

Os membros do conselho de gestão receberão 4.845 euros de salário bruto + quase 2.000 euros em despesas de representação.

A direção executiva do SNS será um instituto público especial e independente do Ministério da Saúde. Ainda que seja o Governo a escolher quem ocupa o cargo em mandatos de três anos, renováveis três vezes.

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