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Professores: negociações com o Governo arrancam, mas expetativas não são altas

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A FNE diz que o único avanço foi na proposta de redução da dimensão das áreas geográficas onde os professores são colocados.

As negociações entre o Governo e os sindicatos dos professores e pessoal não docente arrancaram na quarta-feira, mas as expectativas não são muito altas.

Na quarta-feira, a Federação Nacional da Educação reuniu com o ministro da Educação, João Costa, tendo depois feito uma lista do que não foi conseguido.

A FNE diz que o único avanço foi na proposta de redução da dimensão das áreas geográficas onde os professores são colocados, mas isso é muito pouco.

Entre as principais novidades, o Governo pretende aumentar o número de quadros de zona pedagógica, de 10 para 63, reduzindo a sua dimensão, fixar professores nos quadros de escola em 2024, integrar 10 mil docentes ainda este ano, reduzir o recurso a contratados e aumentar as vagas de acesso aos 5.º e 7.º escalões.

A Fenprof, o S.T.O.P. e o SIPE serão os próximos a sentar-se à mesa das negociações com o Governo, no entanto, não vão muito otimistas

As negociações entre estruturas sindicais da educação e o Governo são retomadas esta sexta-feira.


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