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Governo apresenta propostas aos professores, mas sindicatos continuam de pé atrás

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Algumas das medidas incluem mais vagas para as duas principais mudanças de escalão, áreas pedagógicas mais pequenas para evitar deslocações superiores a 50 quilómetros e vínculo para cerca de 10 mil professores.

O governo apresentou esta quarta-feira várias propostas que respondem à revolta dos professores e o primeiro-ministro garante que ficam de fora os problemas que vêm do passado, em resultado do congelamento das carreiras.

Antes do ministro da educação dar a cara pelas propostas que o governo tem para os professores, o primeiro-ministro quis deixar claro
aos sindicatos que deveriam levar a sério o que João Costa ia anunciar.

O ministro da educação ficou meia hora à espera para que o primeiro-ministro pudesse deixar os avisos prévios que tinha para os professores.

Com os protestos na rua, depois de António Costa falar, o ministro avançou com as propostas do governo:

  • À redução dos precários, o governo promete juntar uma aproximação aos locais de residência
  • É proposta também uma simplificação dos procedimentos administrativos nas escolas.
  • As progressões na carreira vão continuar com restrições, mas com um relevante alargamento do funil.

O governo promete agora um alívio da frustração no ensino, mas os sindicatos mantém os dois pés atrás.

As medidas propostas respondem a várias reivindicações dos professores, mas a continuação da luta é para a principal contraproposta.

O segundo período do ano letivo arrancou com várias greves dos professores, de norte a sul do país, , com alunos sem aulas. Apesar do caos em que muitas escolas se encontram, esta situação foi pré-anunciada e há o risco de “luta” se estender a fevereiro.

Para o dia 11 desse mês está já marcada uma greve nacional, organizada por oito sindicatos.

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